Como sabemos que o aumento do autismo não está relacionado às vacinas?

Primeiro, é importante observar que ainda são necessárias muitas pesquisas para avaliar a causa do autismo. Os dados que temos sugerem que ele é principalmente resultado da genética.

O que está claro é que as vacinas, especialmente a tríplice viral, não causam autismo. Sabemos disso por alguns motivos:

Esse boato ganhou destaque em meados da década de 1990, depois que um estudo científico fraudulento foi publicado por um cientista com conflitos de interesse (tentando criar sua própria vacina contra o sarampo) que acabou perdendo sua licença médica.

Estudos grandes e robustos (abrangendo milhões de crianças em muitos países) não encontraram uma ligação entre autismo e vacinas.

https://blog.sabin.com.br/saude/quais-os-principais-exames-da-tireoide/

Cientistas descobriram que a marca registrada do autismo é a desregulação do desenvolvimento cerebral que começa no período pré-natal, antes da introdução das vacinas infantis.

As taxas de autismo têm aumentado ao longo do tempo. Esse aumento é parcialmente explicado por fatores como mudanças no diagnóstico. Cientistas continuam a explorar os dados por trás dessa tendência.

Por que os bebês precisam da vacina contra hepatite B se não são de alto risco?

O maior fator de risco para hepatite B (ou VHB) é um histórico de infecções sexualmente transmissíveis ou múltiplos parceiros sexuais. Então, se você teve apenas um parceiro por uma década, isso se aplica ao seu bebê?

Sim, porque o vírus da hepatite B é uma meleca traiçoeira:

A maioria das pessoas com VHB em todo o mundo desconhece a doença. Muitas das que a têm não sabem como a contraíram. Se a vacina for administrada apenas a pessoas que acreditam ser de alto risco, muitos casos deixarão de ser detectados. Lembre-se: pode levar décadas desde o momento em que você contrai o vírus da hepatite B até que os sintomas se manifestem.